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domingo, 11 de julho de 2021

Mesmo com escassez de vacinas
no Brasil, pessoas já autorizadas a receber a primeira dose da vacina contra COVID-19
estão adiando a vacinação porque querem escolher a marca ou a característica do
imunizante. 

Também há dados do Ministério da Saúde que revelam que 15% do total
de vacinados com a primeira dose da AstraZeneca não apareceram para receber a
segunda dose do Imunobiológico.

Para combater a prática, vários
municípios e estados brasileiros têm adotado medidas. Aqui em Pernambuco, as prefeituras
do Recife e de Jaboatão dos Guararapes estão bloqueando o agendamento do
usuário que quiser escolher a marca de vacina contra a COVID-19 por um prazo de
60 dias.

“Vacina boa é a vacina no
braço. A gente sabe que todas as vacinas aplicadas no Brasil foram aprovadas
por agências reguladoras e sanitárias no Brasil e mundo afora, todas elas
representam a proteção, sobretudo para casos graves e óbitos, então a gente tem
que garantir que todas elas sejam utilizadas”, disse o Prefeito da Cidade do
Recife, João Campos (PSB).

Aqui em Garanhuns, a Prefeitura
ainda não anunciou se adotará medidas para evitar a “escolha de vacinas”. Até o
último dia 5 de julho, a Secretaria de Saúde de Garanhuns havia recebido 91.045
doses de vacinas, sendo: 48.700 (53,49%) da AstraZeneca; 24.580 (27%) Sinovac/Butantan;
11.765 (12,92%) da Jansenn (dose única) e 6.000 (6,59%) da Pfizer. Segundo
dados da Saúde Municipal, já foram aplicadas 79.767 doses de vacinas contra a COVID-19
aqui em Garanhuns, o que garantiu a vacinação de 45% da população com a 1ª dose
e cerca de 20% com o complemento vacinal.