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BLOG DO CARLOS EUGÊNIO | domingo, 13 de março de 2022

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu solicitação do Instituto Butantan para incluir a faixa etária de 3 a 5 anos na indicação da vacina Coronavac. O prazo de avaliação para esse novo pedido é de até sete dias úteis e começa a contar a partir dessa segunda-feira, dia 14.

 

 

“A análise técnica será feita pela Anvisa de forma rigorosa e com toda a cautela necessária para esse público específico”, informou a Agência, após receber a solicitação na noite dessa sexta-feira, dia 11. Caso o pedido seja deferido pela Anvisa, a Coronavac pode ser a primeira vacina contra o Coronavírus autorizada para crianças a partir dos 3 anos de idade. Atualmente, a imunização pediátrica contra a COVID-19 é permitida partir dos 5 anos, mas somente a vacina da Pfizer tem autorização para crianças dessa idade. A partir dos 6 anos, elas podem receber a Pfizer ou Coronavac.

 

 

GARANHUNS – Enquanto isso, das 18 mil crianças com idades entre 5 e 11 anos aptas a receber a vacina contra a COVID-19, apenas 9.290 já receberam doses dos imunobiológicos da Pfizer e Coronavac aqui em Garanhuns até esse sábado, dia 12. Um percentual de pouco mais de 51%. Outras 1.849 (10,27%) já completaram o ciclo vacinal recebendo a 2ª dose.

 

 

A baixa procura pela vacinação de crianças sinaliza a necessidade de que a Prefeitura de Garanhuns, por meio da Secretaria de Saúde, possa adotar outras estratégias para estimular pais e responsáveis a vacinar as Crianças. Atualmente as vacinas estão sendo ofertadas apenas no Parque Euclides Dourado, sendo necessário a agendamento prévio na plataforma Vem Vacina Garanhuns (https://vemvacinagaranhuns.site/).

 

 

A OPINIÃO DO BLOG – A baixa procura pelas vacinas não se justifica na falta das doses e sim na necessidade de novas estratégias para alcançar às famílias e pelas polêmicas e fake news que foram disseminadas ao longo de toda a Pandemia. Mas a hora não é de achar culpados e sim de viabilizar soluções. Ofertar a vacina apenas no Parque Euclides Dourado e ainda mediante um cadastro via Internet já se mostrou ineficaz para estimular às famílias de Bairros mais afastados daquele ponto.  

 

 

A realização do Dia C, no final do mês passado, deixando de fora importantes escolas de bairros populosos, como Aloísio Pinto, Magano, Boa Vista e São José, a exemplo das Escolas Municipais José Brasileiro Vila Nova; Ranser Alexandre; Letácio Brito e Mário Matos, que em média possuem mais de 500 estudantes, não foi uma decisão acertada, já que, mesmo oferecendo transporte e levando as crianças e responsáveis para outros bairros, a Campanha não surtiu o efeito esperado e menos de 2 mil doses foram administradas em todo o Município, o que representa pouco mais de 10% do público apto a receber as vacinas.

 

 

Está claro que novas estratégias precisam ser adotadas. Ofertar vacinas nas Escolas, não apenas nas Municipais, cujas aulas foram iniciadas na última semana, mas também na Rede Particular; criar pontos de vacinação nos Postos de Saúde de bairros mais afastados do Euclides Dourado; nas Feiras Livres; no Centro da Cidade aos sábados; promover um novo Dia C nos bairros que não foram contemplados na 1ª Campanha, enfim, é preciso mais do que ofertar vacinas apenas no Parque. As Vacinas já se mostraram ser importantes para reduzir os casos graves de COVID-19, então o momento é de aproveitar a redução da transmissibilidade para ampliar a vacinação, sobretudo das nossas Crianças. Essa é a minha opinião, mas respeito a sua! (Carlos Eugênio).